A imprensa cresce ainda mais como fonte confiável e de maior credibilidade para informar as pessoas em uma das piores crises por que passa o mundo devido à pandemia de coronavírus. A conclusão é de pesquisa do Datafolha, divulgada na última segunda-feira (23/03), pela Folha de São Paulo.

Os dados levantados reforçam o que a Spindler Comunicação Corporativa defende em relação aos veículos de comunicação tradicionais e a necessidade das organizações estarem presentes de forma correta na imprensa tradicional.

TVs e jornais mais confiáveis

De acordo com o levantamento, TVs e jornais são os veículos de comunicação mais confiáveis. Além disso, conforme a pesquisa, não são as redes sociais, mas a imprensa profissional que é vista pela população como a mais acreditada na divulgação de informações sobre a crise do coronavírus.

Enquanto isso, redes sociais e aplicativos de mensagens são vistos como pouco confiáveis em meio à pandemia.

Segundo o levantamento, programas jornalísticos da TV (61%) e jornais impressos (56%) lideram no índice de confiança sobre o tema, seguidos por programas jornalísticos de rádio (50%) e sites de notícias (38%).

Redes sociais não são confiáveis

Em posição oposta à imprensa profissional estão os conteúdos que vêm de WhatsApp e Facebook. Nas duas plataformas, apenas 12% dizem confiar em informações sobre o coronavírus. Nelas, o índice dos que dizem não confiar nas informações atinge 58% (WhatsApp) e 50% (Facebook).

O levantamento do Datafolha foi realizado de quarta (18/03) até sexta-feira (20/03). A pesquisa foi feita por telefone, e não presencialmente, devido à pandemia. Foram ouvidas 1.558 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.

A Spindler Comunicação Corporativa trabalha para ajudar e fazer a conexão entre empresas e meios de informação seguros, confiáveis e profissionais. Pois é lá, ao fim e ao cabo, na imprensa, que as pessoas confirmam as informações falsas e procuram orientações críveis e verdadeiras.